Bom dia Papai do Céu! Bom dia Sol! Bom dia Passarinhos! Bom dia Dia!!!!! É tudo que tenho a dizer nesse início de manhã, onde encontro-me, eu, euzinha, em completo, total e absoluto estado de êxtase. Em estado de êxtase sim, apesar dos pesares, independente de outras circunstâncias que assolam minha existência emocional nesse momento. Em estado de êxtase, por ter a confirmação de que, assim como dizia minha mãe “Nada como um dia após o outro e uma noite no meio.”, ou no meu caso, nada como várias baladas umas após as outras e algumas viagens entre as mesmas.
Um belo dia, dá-se um fato em nossa vida que nos deixa meio sem chão, meio triste, meio sem entender ao certo o que aconteceu. Pois tudo parecia muito claro, certo, sem erro, sem muita dúvida, apesar de uma ponta de incerteza, de ansiedade. Apesar de estar muito certa do que se sentia, depois de muito relutar, muito negar. Estava feliz de novo. E justamente no meio de uma fase da vida em que tudo parecia um grande redemoinho, que formava um nó enorme, na cabeça, no coração. Mas no meio desse redemoinho algo aconteceu que parecia atenuar toda a agonia.
Mas como já se previa (não por mim, que fique claro), nada era como “me” parecia ser, e a ilusão foi literalmente engolida a seco, fazendo ainda que algo se quebrasse dentro mim, sem que se percebesse. E eu segui em frente, devagarzinho, com o coração meio doloridinho e com um monte de coisa entalada na garganta pra ser vomitada em cima de quem assim merecesse. E um belo dia, ou melhor, numa bela noite, depois de tanta coisa que aconteceu no meio do meu caminho eu tenho finalmente a oportunidade de externalizar todo o meu desamor.
Nada acontece por acaso. Na realidade, esse fato que se sucedeu apenas fazia parte de algo muito maior. Tratava-se de nada mais nada menos que o estágio final do meu ciclo de reconstrução emocional. Veio confirmando a tese, ou melhor, o fato, de que todas as coisas acontecem exatamente no momento em que devem acontecer.
Eu estava quietinha no meu cantinho, descobrindo um jeito diferente de me esconder dos meus sentimentos (fato a ser explicado no próximo post), quando de repente e não mais que de repente, recebo um chamado urgente da terra dos mortos-vivos, anunciando a volta dos que não foram. Eu juro de pé junto que relutei, e não foi uma vez só não. Mas como procuro sempre ser uma pessoa melhor e a cada dia ajudar os meus próximos, assim como os não tão próximos também, dei ao zumbi a oportunidade de ser chutado presencialmente, dado o inconformismo do mesmo diante da situação ao tentar puxar meu pé pelo telefone. O que no final acabou sendo ótimo, uma vez que me ajudou a desengasgar de uma vez por todas daquele ranço preso na minha garganta, assim como me fortaleceu um pouquinho comigo mesma, de forma que eu possa encarar a situação atual com mais firmeza e determinação e, porque não, a bendita da paciência.
É crianças, nada como um dia após o outro e uma noite no meio, ainda que a mesma tenha a duração de uma típica noite de inverno na Sibéria*.
* Pra quem não sabe, algumas noites de inverno na Sibéria chegam a durar quase ou mais de 180 dias, isso quer dizer que são mais ou menos 06 meses sem um raio de sol sequer.
Um belo dia, dá-se um fato em nossa vida que nos deixa meio sem chão, meio triste, meio sem entender ao certo o que aconteceu. Pois tudo parecia muito claro, certo, sem erro, sem muita dúvida, apesar de uma ponta de incerteza, de ansiedade. Apesar de estar muito certa do que se sentia, depois de muito relutar, muito negar. Estava feliz de novo. E justamente no meio de uma fase da vida em que tudo parecia um grande redemoinho, que formava um nó enorme, na cabeça, no coração. Mas no meio desse redemoinho algo aconteceu que parecia atenuar toda a agonia.
Mas como já se previa (não por mim, que fique claro), nada era como “me” parecia ser, e a ilusão foi literalmente engolida a seco, fazendo ainda que algo se quebrasse dentro mim, sem que se percebesse. E eu segui em frente, devagarzinho, com o coração meio doloridinho e com um monte de coisa entalada na garganta pra ser vomitada em cima de quem assim merecesse. E um belo dia, ou melhor, numa bela noite, depois de tanta coisa que aconteceu no meio do meu caminho eu tenho finalmente a oportunidade de externalizar todo o meu desamor.
Nada acontece por acaso. Na realidade, esse fato que se sucedeu apenas fazia parte de algo muito maior. Tratava-se de nada mais nada menos que o estágio final do meu ciclo de reconstrução emocional. Veio confirmando a tese, ou melhor, o fato, de que todas as coisas acontecem exatamente no momento em que devem acontecer.
Eu estava quietinha no meu cantinho, descobrindo um jeito diferente de me esconder dos meus sentimentos (fato a ser explicado no próximo post), quando de repente e não mais que de repente, recebo um chamado urgente da terra dos mortos-vivos, anunciando a volta dos que não foram. Eu juro de pé junto que relutei, e não foi uma vez só não. Mas como procuro sempre ser uma pessoa melhor e a cada dia ajudar os meus próximos, assim como os não tão próximos também, dei ao zumbi a oportunidade de ser chutado presencialmente, dado o inconformismo do mesmo diante da situação ao tentar puxar meu pé pelo telefone. O que no final acabou sendo ótimo, uma vez que me ajudou a desengasgar de uma vez por todas daquele ranço preso na minha garganta, assim como me fortaleceu um pouquinho comigo mesma, de forma que eu possa encarar a situação atual com mais firmeza e determinação e, porque não, a bendita da paciência.
É crianças, nada como um dia após o outro e uma noite no meio, ainda que a mesma tenha a duração de uma típica noite de inverno na Sibéria*.
* Pra quem não sabe, algumas noites de inverno na Sibéria chegam a durar quase ou mais de 180 dias, isso quer dizer que são mais ou menos 06 meses sem um raio de sol sequer.