O que eu preciso fazer pra conhecer alguém normal? O que eu preciso fazer pra conhecer alguém que agregue valores diferentes dos meus, embora no mesmo padrão? Confesso que ultimamente estou sentindo até um certo medo em sair de casa e freqüentar os lugares ditos “pra se divertir e conhecer gente nova”. As baladas não se tornaram nada mais do que pequenas lojas dos horrores, com uma alta circulação de homens insensíveis e mulheres vulgares. Constatação esta que foi bastante triste pra mim, que particularmente amo dançar, brincar e logo, sempre adorei uma boa balada.
No entanto isso entra em absoluta dissonância do fato que já mencionei antes que é o meu desejo de conhecer alguém realmente interessante, não pensem que estou falando de um príncipe encantado me resgatando num cavalo branco a fim de sermos felizes para sempre, até mesmo porque não tendo eu muita vocação pra Cinderela, gostaria mais de ser arrebatada pelo Lobo Mau, sob a certeza reconfortante de saber que ele não vai virar sapo de uma hora pra outra.
A questão é, em quais lugares eu posso encontrar pessoas legais, normais , tudo bem, sei que, olhando de perto ninguém é normal, mas convidar uma pessoa que você nunca viu mais loira pra compor um ménage à trois, ou sair dando abraço coletivo, tirando a camisa pra chamar atenção, ou medir de cima a baixo uma mulher estando de mãos dadas com outra chega a ser no mínimo repulsivo (ilustrando tardiamente a minha colocação sobre a pequena loja dos horrores, pois se existem homens insensíveis a ponto de agir dessa forma é porque sem dúvida encontram pelo caminho mulheres vulgares o bastante pra não protestar contra e topar tudo numa boa).
Pode ser que eu esteja exagerando, mas se esse é o meu ponto de vista, e eu não estou disposta a baixar o meu padrão e me colocar no mesmo patamar que o restante da manada simplesmente pra não ficar sozinha. Tudo bem que cada um sabe bem seu calo onde aperta como já diz minha mãe, mas sob a minha ótica prefiro ficar sozinha a mendigar carinho e atenção imaginado que o cara do outro lado vai olhar pra mim e ver que sou a mulher da vida dele. E quando a vontade apertar insuportavelmente, que eu pelo menos tenha consciência de que não se trata de uma via de mão dupla.
No entanto isso entra em absoluta dissonância do fato que já mencionei antes que é o meu desejo de conhecer alguém realmente interessante, não pensem que estou falando de um príncipe encantado me resgatando num cavalo branco a fim de sermos felizes para sempre, até mesmo porque não tendo eu muita vocação pra Cinderela, gostaria mais de ser arrebatada pelo Lobo Mau, sob a certeza reconfortante de saber que ele não vai virar sapo de uma hora pra outra.
A questão é, em quais lugares eu posso encontrar pessoas legais, normais , tudo bem, sei que, olhando de perto ninguém é normal, mas convidar uma pessoa que você nunca viu mais loira pra compor um ménage à trois, ou sair dando abraço coletivo, tirando a camisa pra chamar atenção, ou medir de cima a baixo uma mulher estando de mãos dadas com outra chega a ser no mínimo repulsivo (ilustrando tardiamente a minha colocação sobre a pequena loja dos horrores, pois se existem homens insensíveis a ponto de agir dessa forma é porque sem dúvida encontram pelo caminho mulheres vulgares o bastante pra não protestar contra e topar tudo numa boa).
Pode ser que eu esteja exagerando, mas se esse é o meu ponto de vista, e eu não estou disposta a baixar o meu padrão e me colocar no mesmo patamar que o restante da manada simplesmente pra não ficar sozinha. Tudo bem que cada um sabe bem seu calo onde aperta como já diz minha mãe, mas sob a minha ótica prefiro ficar sozinha a mendigar carinho e atenção imaginado que o cara do outro lado vai olhar pra mim e ver que sou a mulher da vida dele. E quando a vontade apertar insuportavelmente, que eu pelo menos tenha consciência de que não se trata de uma via de mão dupla.
Oi Leticia, escrevi meu segundo comments no blog do Cafa e ainda não tinha visto o seu. Gostei mto do seu raciocínio lá. Vou ler seu texto aqui e depois comento. Abraços!
ResponderExcluirolá!
ResponderExcluirPrimeira vez vitando seu blog, tb vi seu comentário do blog do cafa e resolvi ver sua resposta.
Sou casada a alguns anos e estou em uma fase de separação. Nunca fui mto de ir a baladas(apesar de gostar de dançar), mas so tive dois relacionamentos e em nenhum pude aproveitar muito nesse sentido.
Ouço mto sobre o comportamento das pessoas e percebo q a cada dia aumenta a número de pessoas q acreditam q para serem admiradas é necessário liberar geral, beijar na boca de todo mundo e ser bi ta na moda.
Deixo bem claro que não tenho nenhum tipo de preconceito contra gays, bi e afins.
Só descordo desses modismos, porisso prefiro continuar fora de moda.
bjs