Muito cuidado ao decidir levar a diante um relacionamento com uma pessoa que não tem absolutamente nada a ver com você. Parafraseando Cazuza, também acho que quem não sabe amar fica esperando alguém que caiba no seu sonho, e aí acaba morrendo duro e seco, porque no final das contas ninguém nunca vai se encaixar perfeitamente nesse modelo que você criou na sua cabeça desde os dez anos de idade. Conforme os anos vão passando a gente percebe que de todas as qualidades que desejamos numa pessoa, se encontrarmos por ventura alguém que delas possua pelo menos duas maravilha, agora se de repente possuir três ou mais, segura e não deixa escapar minha filha, que o que você encontrou é mais difícil que bilhete premiado da mega sena. Mas do mesmo jeito que tem gente que um belo dia descobre que o príncipe encantado não existe, e aceita o fato de que ainda vai ter que engolir muito sapo até encontrar alguém que valha a pena de verdade, tem gente que sonha eternamente com o sapatinho de cristal, embora no final das contas a abóbora nunca vire carruagem.
Só que nessa resignação de deglutir os batráquios que fortuitamente a vida nos oferece, aceitamos dar uma chance a algumas pessoas que surgem pelo caminho, na esperança de que a fada madrinha tenha descoberto enfim o nosso endereço. Mas aconteceu que vocês não tinham nada a ver um com o outro e isso foi visível logo à primeira vista. Mas ainda assim, contrariando todos os princípios que você colocou pra si mesma, sabe-se lá por qual razão, ainda assim você decidiu dar mais um passo a diante. Porque você já estava sozinha há algum tempo. Porque parecia legal a possibilidade de ter alguém com quem dividir uma pizza, ir ao cinema e fazer sexo de vez em quando. Porque independente de quem quer que fosse, era muito boa a sensação de saber que tinha alguém interessado de verdade em você, alguém cujo esforço feito para estar perto de você era visível. E foi isso que no final das contas te levou a dar mais um passo, seguido de outro e mais outro e mais outro, mesmo tendo certeza a vistos olhos de que vocês continuavam não tendo nada a ver um com o outro. E foi nesse momento que você teve a certeza de que as melhores e mais belas coisas da vida não podem ser vistas ou tocadas, apenas sentidas. E agora que ele já não faz mais parte da sua vida, de vez em quando, naquelas noites de tempestade em que se sentir mais sozinha, você vai fechar os olhos e tentar sentir mais uma vez o cheiro dele, sentir o gosto da boca dele na sua, vai tentar lembrar de como era bom sentir o calor do corpo dele aquecendo o seu. Mas no final das contas a chuva passar e na manhã seguinte você vai enfiar a cabeça embaixo do chuveiro, montar no seu salto e sair pra mais um dia de luta, porque ele já não faz mais parte da sua vida.
Mas o pântano está cheio de sapos a espera de um beijo para enfim se tornarem príncipes, sendo assim você segue fingindo que tudo que você sente não existe, ou pelo menos não tem tanta relevância assim, e decide que as razões que você considerava palpáveis para não levar aquele relacionamento a diante eram mais contundentes em relação ao fato de você ter a certeza de que aquele sujeito fez nascer de novo uma parte de você que há muito tempo havia morrido. Mas você vai seguir em frente e procurar várias coisas pra preencher o vazio que sente, vai fazer todos os esforços possíveis e imagináveis para que absolutamente ninguém no mundo sequer desconfie que você ama alguém que não cabe no seu sonho.
Só que nessa resignação de deglutir os batráquios que fortuitamente a vida nos oferece, aceitamos dar uma chance a algumas pessoas que surgem pelo caminho, na esperança de que a fada madrinha tenha descoberto enfim o nosso endereço. Mas aconteceu que vocês não tinham nada a ver um com o outro e isso foi visível logo à primeira vista. Mas ainda assim, contrariando todos os princípios que você colocou pra si mesma, sabe-se lá por qual razão, ainda assim você decidiu dar mais um passo a diante. Porque você já estava sozinha há algum tempo. Porque parecia legal a possibilidade de ter alguém com quem dividir uma pizza, ir ao cinema e fazer sexo de vez em quando. Porque independente de quem quer que fosse, era muito boa a sensação de saber que tinha alguém interessado de verdade em você, alguém cujo esforço feito para estar perto de você era visível. E foi isso que no final das contas te levou a dar mais um passo, seguido de outro e mais outro e mais outro, mesmo tendo certeza a vistos olhos de que vocês continuavam não tendo nada a ver um com o outro. E foi nesse momento que você teve a certeza de que as melhores e mais belas coisas da vida não podem ser vistas ou tocadas, apenas sentidas. E agora que ele já não faz mais parte da sua vida, de vez em quando, naquelas noites de tempestade em que se sentir mais sozinha, você vai fechar os olhos e tentar sentir mais uma vez o cheiro dele, sentir o gosto da boca dele na sua, vai tentar lembrar de como era bom sentir o calor do corpo dele aquecendo o seu. Mas no final das contas a chuva passar e na manhã seguinte você vai enfiar a cabeça embaixo do chuveiro, montar no seu salto e sair pra mais um dia de luta, porque ele já não faz mais parte da sua vida.
Mas o pântano está cheio de sapos a espera de um beijo para enfim se tornarem príncipes, sendo assim você segue fingindo que tudo que você sente não existe, ou pelo menos não tem tanta relevância assim, e decide que as razões que você considerava palpáveis para não levar aquele relacionamento a diante eram mais contundentes em relação ao fato de você ter a certeza de que aquele sujeito fez nascer de novo uma parte de você que há muito tempo havia morrido. Mas você vai seguir em frente e procurar várias coisas pra preencher o vazio que sente, vai fazer todos os esforços possíveis e imagináveis para que absolutamente ninguém no mundo sequer desconfie que você ama alguém que não cabe no seu sonho.
Para que cetezas!!!?? O melhor da vida é ser um misterio a desvendar!!!
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